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Estamos Sozinhos?

Posso te dizer o que é verdade. Tu formas a tua própria opinião.

Estamos Sozinhos?

Posso te dizer o que é verdade. Tu formas a tua própria opinião.

Um encontro com um amigo

Moarn Stjer, 20.07.19

Encontrei-me com um antigo colega de liceu há umas semanas atrás, por acaso, e acabamos por tomar café e conversar um pouco.

Contou-me que acabou por ter entrado para o seminário, depois de ter sido curado de um temor maligno. Foram dias bastante maus para ele e que disse ter encontrado forças na fé para lutar contra a doença.

Todos os anos faz a peregrinação de Fátima a pé.

Fiquei feliz por ele se ter curado. Conte-lhe como tenho estado a trabalhar e deste meu pequeno hobby sobre o blogue dedicado ao paranormal, onde escrevo sobre histórias de pessoas que passam por experiências sobrenaturais e extraterrestres.

A conversa acabou por me colocar a pergunta chave que todos me fazem: “Tu acreditas em Extraterrestres?”. Respondi-lhe que tenho mais motivos para acreditar do que para não acreditar.

Começou a rir naquele tom que todos sabem quando se está a gozar com alguém. Disse-me que estava a ser ingénuo em acreditar que pessoas que acham que há extraterrestres, ou que foram raptadas por extraterrestres.

Olhe para ele com aquele ar de não acreditar que ele me estava a dizer aquilo.

Ele continuou que se Deus tivesse criado tais seres, eles viriam descritos na Bíblia. A argumentação dele foi mais longa, mas, não me vou perder em detalhes aqui.

Não queria muito entrar numa discussão teológica com ele, pois é um assunto que não domino e não queria atacar a sua crença depois de ter passado pela experiência que passou.

Até que chegou a um pouco em que tive de fazer uma pequena intervenção que não fosse desmoralizante e nem o ofendesse. Tinha de pensar no que lhe ia dizer.

Confesso que não foi a resposta mais brilhante, mas, foi a que me saiu naquele momento.

Perguntei-lhe se deveríamos apagar mais de metade da História da Civilização por não haver relatos bíblicos. Algo que ele disse que não, porque, a Bíblia era um livro espiritual, com o intuito de ligar o Humano a Deus. O que me permitiu que lhe questionasse se era um livro espiritual, porque razão deveria se levado em conta sobre o que é histórico, ou do plano existencial, afinal, mais de metade dos seres vivos não foram referenciados e existem.

Para terminar, disse-lhe que achava que a minha crença era tão válida com quem ia para Fátima a pé. É algo pessoal, que é partilhado, da mesma forma que os cristãos anunciam o evangelho. Acredita, quem quer.

No fundo é o problema da sociedade em relação a qualquer crença. Não há respeito pela individualidade e nem é respeitado o direito a ter a sua crença. O mesmo se aplica a quem partilha essa mesma crença, que por vezes procura impô-la como verdade, colocando a outra pessoa como se fosse inferior a nível de conhecimento.

A argumentação dele em relação à sua posição teria sido bem-vinda, se não fosse a sua imposição de superioridade. Se tivesse debatido a questão falando de um ponto de vista, talvez até tivesse sido proveitoso para ambos e ter aprendido algumas coisas.

Eu não posso fazer ninguém acreditar no que quer que seja, mas, posso partilhar a minha visão em momento oportuno para o efeito estar a impor o que quer que seja.

Todos tem o direito em acreditar no que quiserem, só não têm o direito de fazer desacreditar ninguém.

Cientista propõe eliminar religião para o "bem da humanidade"

Moarn Stjer, 23.06.19

Edward Osborne Wilson, ou mais conhecido como "o pai da sociobiologia" argumenta que a Terra está sofrendo "uma morte através de mil feridos" por causa da religião e que deve desaparecer em benefício do progresso humano.


Em uma edição anterior do New Scientist, Wilson explicou que seu próximo livro analisaria o futuro dos seres humanos e da Terra.
O biólogo vencedor do Prêmio Pulitzer alertou que as pessoas ainda não haviam percebido que a "estrutura tribal" estava destruindo o planeta com "mil cortes", segundo uma transcrição parcial obtida pelo International Business Times.
O Pulitzer, concedido pela Universidade de Columbia, é um prêmio anual para jornais, revistas e coberturas digitais. Em redações como The New York Times e The Washington Post, o Pulitzer é considerado o auge de toda carreira jornalística.
"Todas as ideologias e religiões têm suas próprias respostas para as grandes questões, mas elas geralmente estão ligadas como um dogma a algum tipo de tribo", disse ele.

"As religiões em particular apresentam elementos sobrenaturais que outras tribos, outras religiões, não podem aceitar ... E toda tribo, não importa quão generosa, benigna, amorosa e caridosa, menospreza todas as outras tribos. O que nos arrasta é a fé religiosa ".
"Humanos em todo o mundo têm uma forte tendência a se perguntar se um deus os está observando ou não. Praticamente todas as pessoas se perguntam se terão outra vida ", continuou Wilson.
"Estas são as coisas que unem a humanidade." Ele acrescentou que "a busca transcendente foi sequestrada pelas religiões tribais".
"Então eu diria que, para o progresso humano, o melhor que poderíamos fazer seria diminuir, ao ponto de eliminar religiões religiosas. Mas certamente não eliminando os anseios naturais de nossa espécie ou levantando essas grandes questões ”.
Wilson, que foi criado como batista no Alabama, disse que "se afastou" do cristianismo, mas não se refere a si mesmo como um ateu. "Eu sou apenas um cientista." O que você acha? Deixe seu comentário abaixo.
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Dalai Lama revela que os extraterrestres "são como nós" (Video)

Moarn Stjer, 10.06.19

Quem ainda acredita que estamos sozinhos no universo? talvez aquelas pessoas que estavam desinteressadas nesse fenômeno porque as religiões nunca lidaram com essas questões ou as rejeitaram ... até agora.

Há poucos dias, uma nova voz autoritária juntou-se ao coro de guias espirituais e líderes religiosos que falavam publicamente sobre a vida no cosmos e a existência de outras formas de vida semelhantes às nossas.
Desta vez foi Sua Santidade o Dalai Lama, que abordou a questão durante uma reunião na Universidade de Portland (Oregon, EUA), intitulado "Responsabilidade Universal eo ambiente interno". Entre os primeiros a ouvir sobre isso, o jornalista Stephen Cook encontrou um artigo intitulado "O Dalai Lama revela que visitantes de outras galáxias são o mesmo que nós."
Durante seu discurso público, o Dalai Lama entrou no assunto recordando que "todos somos Um", todos os homens e todos os seres vivos têm dentro de si uma centelha divina, mas muito é o "medo" de ser diferente dos outros , para gerar em nós a distância interna e humana na origem do mal-estar e os problemas que pairam sobre o nosso planeta.
Estendendo este conceito, o Dalai Lama propôs um exemplo simples para o público. Como podemos perceber seres de outros mundos se os encontrarmos diante de nós? Diversidade causaria medo em nós! A natureza "diferente" desses seres em relação aos nossos, geraria distância entre as duas realidades, logo se tornando terror e gerando sentimentos negativos.
No entanto, o Dalai Lama declarou que devemos acolher e considerar os 'visitantes galácticos' como 'iguais a nós ... apertando as mãos, caso os possuam'. Palavras simples que estão no centro da questão em muitos níveis.
Nascido de uma costela do hinduísmo, por volta do século 6 aC. C., o budismo tem desde o início a "consciência" de que o cosmos não era o único lar da humanidade, mas que muitas outras formas de vida povoam sua imensidão desde as origens do tempo. Em um dos textos mais antigos do budismo, o Acchariyābbūtadhamma Sutta, no qual as palavras diretas de Siddharta Gautama são relatadas, um passo laborioso e sugestivo pode ser encontrado nesse sentido.
Falando do lugar onde os "deuses" residem e vivem, o Buda afirmou que eles estão nas "regiões escuras e negras submersas na escuridão, entre os sistemas dos mundos, onde a poderosa e majestosa luz do nosso Sol não pode alcançar" .
Passagens crípticas e sibilinos que são fortemente influenciadas pelas influências hindus que desde os primeiros tempos falavam dos Lokas, os planetas físicos nos quais os Devas residem, os deuses.
Outra referência atribuída ao Buda na "pluralidade de mundos habitados" pode ser encontrada no texto Tipitaka, "Os ensinamentos do Buda em três divisões" (Vol 11, p 61 e Vol 23, sutanta pidok 25, edição tailandesa) em que três planetas extra-solares chamados Amornrakoyan, Buppaviteha e Auttrarakuru são discutidos em detalhes.
No entanto, não é a primeira vez que o mais alto representante do budismo fala da vida no cosmos e de seres inteligentes em outros planetas. Já no início de 2000, o falecido professor John Mack, professor de psiquiatria em Harvard e estudioso do fenômeno do rapto, teve a oportunidade de falar com o alto representante do budismo e concordar com a real existência dos seres vivos em outros planetas e expor seus estudos. Sobre o fenômeno das abduções alienígenas.
Esta entrevista foi originalmente filmado e documentado para inclusão no documentário Dalai Lama Renaissance, wakan Films e Khashyar Darvich (2007), mas na pós-produção, os autores decidiram não incluir essa sequência. No entanto, uma entrevista posterior com John Mack deixou um rastro desse encontro excepcional que será encontrado no vídeo abaixo.
Uma nova página é escrita nos anais da nossa história, palavras que devem nos fazer refletir e meditar profundamente. Longe de faccionalismo e fanatismo, há apenas uma verdade, que pode ser alcançada através de diferentes caminhos, mas que parece levar todos a um mesmo objetivo.
Conforme expresso pelo Dalai Lama, lança nova luz sobre um conceito fundamental, a presença de outras formas de vida no cosmos, mas ao mesmo tempo nos mostra um caminho a seguir, um caminho que se encontra na pureza do coração e do coração. emoções, um modo de encontro e uma lição de humildade para poder aceitar o que parece ser diferente, considerando que é o mesmo para nós!
No entanto, até que possamos entender e aplicar este conceito em nosso planeta, será difícil objetivamente relacionar com os seres das estrelas.O que você acha? Assista ao vídeo abaixo e deixe seu comentário abaixo.
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Vale a pena ter uma religião?

Moarn Stjer, 17.05.19
Tenho um certo horror a religião. Ao contrário do que querem fazer crer, a religião não religa o Ser Humano a nada. 
Basta repara no que eles têm divulgado ao longo dos séculos e comparar. Nada de nada bate certo e cada vez mais se afastam daquilo que seria ser os textos originais da fé que cada uma das religiões defendem. 
Afinal de contas, que sentido faz para o Ser Humano seguir uma religião? Para mim, nenhum, porque é uma forma de oprimir a individualidade de cada pessoa, negando-lhe o direito de opção de escolher a sua própria fé. 
E nunca compreendi como é que uma deidade se revela apenas a alguns, que constroem impérios, onde correm rios de dinheiro. 
Em todas as religiões, há o fator justiça em comum, mas, não encontro em nenhuma nada que seja justo, no que toca à relação dos seus representantes com os fiéis. 
Vale a pena para mim assumir uma religião? Não, não vale a pena ter uma religião se esta não acrescentar valor para mim.

Protestantes ou Católicos: quem está certo em relação aos 10 Mandamentos?

Moarn Stjer, 06.02.19

Se os 10 mandamentos são para os cristãos, porque é que é diferente do protestantismo para o catolicismo?

Sim, é verdade, os 10 mandamentos dados a Moisés, não são iguais para todos os cristãos. Católicos e protestantes têm diferente versões dos mandamentos.

 diferença entre as duas versões está na adoração de imagens, em que os mandamentos do catolicismo não referem o facto de que não devem deve adorar outros deuses, nem terem imagens ou esculturas dos mesmos. Já protestantismo tem esse mandamento, que é o segundo. 
Então quem é que está certo? Não sei dizer quem é que está certo, pois, tudo está associado à questão da tradução feita a partir dos textos usados.
No entanto, uma coisa é certa: a Bíblia é um livro que, apesar de ser considerada a Palavra de Deus, está muito manipulada aos critérios humanos.
O interessante, ao se observar a história, é que os gregos tinham duas palavras para textos sagrados: a logos e a rhema. Logos era a palavra que definia todas as mensagens recebidas de Deus, ou seja, tudo aquilo que tinha sido transmitido no passado, como os 10 mandamentos, por exemplo. Já a palavra rhema está associada a um momento presente, ou seja, o momento em que Deus está a falar com alguém, em tempo real.
O que quer isto dizer?
Quer dizer que há uma diferença entre o que foi e o que é. Todas as palavras que Deus falou, têm um caracter educativo ou histórico, mas, as que Deus fala têm um significado mais profundo e espiritual, para a realidade dos nossos tempos.
Voltando à questão dos 10 mandamentos, eles têm um valor educativo e histórico. Educativo, porque são os pilares da Lei atual de quase todos os países. E histórico, porque mostra o momento em que foi necessário legislar para que fosse possível se formar uma civilização.
Possivelmente, nenhuma das duas variações de cristianismo está certa nas suas traduções, mas, não significa que estejam erradas, pois partem de um princípio educativo e histórico, que está sujeito à interpretação humana. 
Desta forma, não podemos considerar que uma religião, seja ela qual for, é a verdadeira, pois, tudo gira em torno de uma relação entre o humano e o divino.
Podemos ter em conta a Bíblia, da mesma forma que podemos ter em conta o Corão, o Talmude, o Zohar, o Livros dos Mortos, ou outro livro qualquer que tenha um significado espiritual para nós, mas, mais importante que isso, é a forma como conseguimos comunicar com o Divino.
Em suma, é impossível dizer quem é que está correto em relação aos 10 mandamentos, pois para isso, era preciso ter as pedras, ou tábuas, originais que Moisés tinha para se traduzirem, mas, o que há são apenas cópias delas, que poderão ter sido alteradas ao longo dos séculos.

Será o Comunismo Chinês o Dragão que persegue a Mulher no livro do Apocalipse?

Moarn Stjer, 26.12.18

"Então apareceu no céu outro sinal: um enorme dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres, tendo sobre as cabeças sete coroas.Sua cauda arrastou consigo um terço das estrelas do céu, lançando-as na terra. O dragão colocou-se diante da mulher que estava para dar à luz, para devorar o seu filho no momento em que nascesse." Apocalipse 12.3-4


Photo by Thor Alvis on Unsplash



Esta profecia é do livro do Apocalipse é daquelas que levanta muitas questões entre teólogos. Devido à sua característica profética e recorrendo a simbologias, para muitos não é claro a quem o Apóstolo João se refere com o dragão e a mulher. 

A análise mais aceite por todos é de que se trata de uma perseguição aos cristãos, assumindo a mulher como todo o movimento cristão que gera novos cristãos, ou seja, a Igreja (não especificamente uma igreja, mas, o global das igrejas e comunidades cristãs). 

Quanto ao dragão, não há uma aproximação algo especificamente, remetendo-se ao Anticristo a identidade do dragão. 

Pessoalmente e olhando para a atualidade, acredito que esta profecia se encaixe no perfil de cristãos perseguidos pelo Comunismo Chinês. 

Não sei se têm observado as notícias internacionais, em que os cristãos na china tem sofrido perseguição e igrejas têm sido fechadas. Esse tipo de ação tem sido um dos objetivos do Governo Comunista Chinês, que tem obrigado a sua população a negar a sua fé e a assumir o ateísmo. 

O fato de eu achar que se tratar do Comunismo Chinês é pelo fato da China ser um país com muita mitologia relacionada com dragões, tendo, inclusive, um dos anos que é dedicado ao dragão. 

Por isso, dado ao panorama atual e à cultura mitológica, penso que se trata de um cumprir da profecia apocalíptica na China.  

No entanto, acho que esta profecia está ainda no princípio, ou seja, está naquele período que Jesus Cristo nos advertiu como sendo o "Principio das Dores". A cultura chinesa, como  o budismo, o capitalismo comunista e mesmo a própria política, tem sido observada por muitos países que procuram implementar esse conceito de administração política. Isto fará com que muitos dos dos países se tornem perseguidores de cristãos.  

Por essa ordem de ideias, o Comunismo é a ferramenta política que fará com que o Anticristo estabeleça um governo mundial. 


Só que nem todos aceitam o comunismo. Então é preciso chegar à população de uma forma que possa ser aceite por todos. É para isso que temos o Socialismo, que tem uma visão mais alargada e absorve para si mais formas de política e cultura que o comunismo na sua forma pura não aceita.


Claro que o meu objetivo aqui não é fazer campanha contra nenhum político, mas, levar as pessoas a pensar e a chegarem a conclusões por si mesmo. Porque, como disse nos primeiros parágrafos, trata-se de uma opinião pessoal e pode não ser o que o Apóstolo João descreveu das visões.


Para isso, deixo o recado que Jesus deixou a todos: vigiar e orar, para que não sejamos enganados e apanhados de surpresa no dia em que Cristo voltar.

Quando a religião controla a vida da pessoa

Moarn Stjer, 25.12.18

Em 2017, publiquei no meu blogue a notícia de uma mãe que matou a filha para a salvar de uma possessão demoníaca. Isto levou-me a refletir e muito sobre como a religião tem vindo a controlar a vida das pessoas sem elas se aperceberem.


stained-glass-72960_1280.jpgPode considerar isso uma lavagem cerebral. E acontece porque conseguem tocar em pontos cruciais da vida da pessoa: as suas necessidades e os seus sonhos.
Facilmente se consegue converter uma mãe que tem o seu filho nas drogas e quer que este se livre delas. Da mesma forma, se consegue converter um desempregado com a promessa de se tornar um grande empresário. Um doente da mesma forma, com a cura. E por aí adiante.
Quando se consegue tocar em pontos como estes, conseguimos vender o que quer que seja a uma pessoa. Não se trata de evangelismo, mas, de neuromarketing. Trabalha-se com as emoções das pessoas, com as suas necessidades e desejos.
Como se pode evitar isso?
Em primeiro lugar, deve ter consciência de que para alcançar as suas metas é preciso ter uma visão realista. Por isso, não acredite em milagres que se realizam com toques de magia. O milagre divinos são propícios quando não mais forma humanamente possível de concretizar os seus desejos.
Em segundo lugar, não divulgue a sua vida a ninguém de mão beijada. Mesmo o seu melhor amigo, tem outro amigo com quem se dá bem e vai acabar por contar alguma coisa.
E em terceiro, não ouça apenas o lado bonito da história. Há mais coisas para saber, porque, nem sempre as coisas são como são apresentadas.
Sei que é tentador entrar nesse mundo onde os milagres acontecem, mas, cada um de nós tem um propósito de vida e tudo o que estamos destinados a ser ou conquistar, se faz com esforço e dedicação.

E se todas as religiões tivessem bons olhos?

Moarn Stjer, 30.05.18

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Hoje, quer mudar um pouco o assunto com que tenho escrito este blogue. Vamos sair um pouco do tema dos extraterrestres e olhar para as religiões que predominam no mundo.

É verdade que existem muitas religiões no mundo e que cada vez existem mais para baralhar as contas às pessoas. Muitas das vezes paramos e pensamos em qual devemos de acreditar. No que toca a isso, a minha intuição limita-se a responder para não acreditar em nenhuma, mas, a encontrar a minha própria fé com base na minha crença e experiências.

Não é pelo motivo da fé que eu quero escrever, mas, pelo motivo com que olhamos para as religiões no mundo.

Quantos de nós ainda conseguem olhar para as religiões com bons olhos? Provavelmente, são muito poucos aqueles que ainda conseguem olhar para as religiões com o olhar inocente de uma criança. Mesmo aqueles mais devotos e fervorosos, tende a ter alguma dúvida em relação à sua religião. Não que a passem a condenar, mas, porque, o seu conhecimento de bem e de mal é completamente diferente do que era quando iniciaram a sua fé.

É um pouco alegórico esse processo, pois, a crença inicial é como se fosse uma criança que faz tudo sem maldade e sem perceber o que é mau. À medida que desenvolve essa crença, o conhecimento que obtém trás maturidade e, consequentemente, um discernimento entre o que é certo e errado.

Conservar a pureza do que é considerado o primeiro amor, é uma missão quase impossível. Recordo-me de ler no livro bíblico do Apocalipse, do anjo que transmitia a mensagem a João, pedir para ele escrever a uma das sete igrejas: “Lembra-te de onde caíste e volta à pratica do primeiro amor”.

Como se costuma dizer, não há amor como o primeiro. Porque, é amor que ainda não conheceu a deceção e que habitou um coração que nunca foi magoado. Quando se passa por experiencias menos positivas, é normal que haja uma nova série de informações que vão condicionar as nossas experiências.

Imaginemos que lemos o Corão pela primeira vez, sem saber nada sobre a história do Islamismo e da sociedade atual. Tenho a certeza que muitas pessoas iriam adorar a leitura. Se apresentássemos o cenário histórico e o panorama atual, com certeza não iriam mais apreciar a leitura. O mesmo aconteceria com a Bíblia e outros textos religiosos.

A experiência e a informação condicionam a nossa perceção sobre a nossa crença. O que era puro, passa a ser duvidoso e, ou, errado.

Isso acontece, nomeu entender, porque, não se conseguiu diferenciar o que o ensinamento puro de uma crença, daquilo que é consequência da interpretação humano. É como se estivéssemos a observar um quadro em existe uma mensagem do seu autor, mas, que é entendida pelo observador de maneira diferente e interpretada pelo seu conhecimento. Isto quer dizer que quem lê um texto, pode interpretar de forma diferente a mensagem original e deturpar a informação transmitida.

No caso da Bíblia, há alguns versículos que incentivam os leitores a indagar, questionar e analisar o que é transmitido. Porque, quem escreveu (ou quem transmitiu a mensagem) sabia de antemão que haveria erradas perceções que seriam resultado da falta de conhecimento e de resultados de traduções linguísticas.

Podemos concluir, nesse sentido, que é a pureza do nosso conhecimento que determina a forma como nós olhamos para as religiões. Se temos um olhar puro, então temos uma visão pura das religiões.

E se todas as religiões tivessem bons olhos?

Moarn Stjer, 30.05.18

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Hoje, quer mudar um pouco o assunto com que tenho escrito este blogue. Vamos sair um pouco do tema dos extraterrestres e olhar para as religiões que predominam no mundo.

É verdade que existem muitas religiões no mundo e que cada vez existem mais para baralhar as contas às pessoas. Muitas das vezes paramos e pensamos em qual devemos de acreditar. No que toca a isso, a minha intuição limita-se a responder para não acreditar em nenhuma, mas, a encontrar a minha própria fé com base na minha crença e experiências.

Não é pelo motivo da fé que eu quero escrever, mas, pelo motivo com que olhamos para as religiões no mundo.

Quantos de nós ainda conseguem olhar para as religiões com bons olhos? Provavelmente, são muito poucos aqueles que ainda conseguem olhar para as religiões com o olhar inocente de uma criança. Mesmo aqueles mais devotos e fervorosos, tende a ter alguma dúvida em relação à sua religião. Não que a passem a condenar, mas, porque, o seu conhecimento de bem e de mal é completamente diferente do que era quando iniciaram a sua fé.

É um pouco alegórico esse processo, pois, a crença inicial é como se fosse uma criança que faz tudo sem maldade e sem perceber o que é mau. À medida que desenvolve essa crença, o conhecimento que obtém trás maturidade e, consequentemente, um discernimento entre o que é certo e errado.

Conservar a pureza do que é considerado o primeiro amor, é uma missão quase impossível. Recordo-me de ler no livro bíblico do Apocalipse, do anjo que transmitia a mensagem a João, pedir para ele escrever a uma das sete igrejas: “Lembra-te de onde caíste e volta à pratica do primeiro amor”.

Como se costuma dizer, não há amor como o primeiro. Porque, é amor que ainda não conheceu a deceção e que habitou um coração que nunca foi magoado. Quando se passa por experiencias menos positivas, é normal que haja uma nova série de informações que vão condicionar as nossas experiências.

Imaginemos que lemos o Corão pela primeira vez, sem saber nada sobre a história do Islamismo e da sociedade atual. Tenho a certeza que muitas pessoas iriam adorar a leitura. Se apresentássemos o cenário histórico e o panorama atual, com certeza não iriam mais apreciar a leitura. O mesmo aconteceria com a Bíblia e outros textos religiosos.

A experiência e a informação condicionam a nossa perceção sobre a nossa crença. O que era puro, passa a ser duvidoso e, ou, errado.

Isso acontece, nomeu entender, porque, não se conseguiu diferenciar o que o ensinamento puro de uma crença, daquilo que é consequência da interpretação humano. É como se estivéssemos a observar um quadro em existe uma mensagem do seu autor, mas, que é entendida pelo observador de maneira diferente e interpretada pelo seu conhecimento. Isto quer dizer que quem lê um texto, pode interpretar de forma diferente a mensagem original e deturpar a informação transmitida.

No caso da Bíblia, há alguns versículos que incentivam os leitores a indagar, questionar e analisar o que é transmitido. Porque, quem escreveu (ou quem transmitiu a mensagem) sabia de antemão que haveria erradas perceções que seriam resultado da falta de conhecimento e de resultados de traduções linguísticas.

Podemos concluir, nesse sentido, que é a pureza do nosso conhecimento que determina a forma como nós olhamos para as religiões. Se temos um olhar puro, então temos uma visão pura das religiões.