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Estamos Sozinhos?

Posso te dizer o que é verdade. Tu formas a tua própria opinião.

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Energias Repulsivas

Moarn Stjer, 18.07.19

Bill trás a história do seu primeiro e único encontro com o paranormal.

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Depois que se casou em 2003, comprou uma casa no Arizona. Na primeira noite que passou lá, foi acordado pelo som do alarme de incêndio às 3 da manhã.

A sua esposa ainda se encontrava em Phoenix a juntar as coisas e a despedir-se dos restantes familiares e amigos.

Procurou qual tinha sido a origem do disparo, mas, não encontrou nada. Passados 15 minutos de ter voltado para a cama, o alarme disparou novamente.

Isto era o início de uma série de eventos malucos que começaram a acontecer depois que se mudaram.
O seu enteado começou a ter um amigo imaginário, que chamava de Casper e passou a ser sonâmbulo, algo que não era antes da mudança.

Uma das vezes a sua esposa não o encontrava e procurou pela casa toda. Acabou por dar com ele debaixo da cama a dormir. Outra vez, depois de se ter ido deitar cedo, porque tinha de trabalhar cedo no dia seguinte, acordou com a presença do enteado à beira da cama. Questionou o que ele queria e quando se virou depois de ter ido buscar os óculos à cabeceira, já la não estava. Perguntou à esposa onde é que ele estava, ao que lhe respondeu estar a dormir. Era algo estranho, porque, para ele ter ido ao quarto dele, teria de ter passado pela mulher na sala e ela vê-lo-ia.

Certa vez, a sua esposa afirma ter visto alguém a espreitá-la na garagem pela janela, enquanto trabalhava à noite nas suas pinturas. Outra noite, a porta da garagem abriu sozinha.

Aconteceu de a porta do sótão ter se aberto, sem ninguém, já que para isso acontecer seria preciso usar uma escada e uma pessoa para segurar a escada. Quando uma vez subiu lá, encontrou 3 pássaros mortos e não havia nenhuma possibilidade de eles terem entrado sem ser pela porta do sótão.

Já chegaram a ouvir estrondos no telhado e a nunca encontrar nenhum sinal de presenças ou de danos. Também tiveram uma infestação de mosquitos que parecia que as paredes se mexiam e mais nenhuma das casas ao lado tinha insetos.

Tudo aquilo parou quando se divorciaram. Ele ainda ficou lá algum tempo e nada mais aconteceu naquela casa.

Não sabe se havia algum tipo de energia negativa a tentar separá-los ou se era a energia deles que era repulsiva e provocava tudo aquilo. O que é certo é que nunca mais passou por experiências paranormais, outra vez.

Será que esteve na presença de um Skinwalker?

Moarn Stjer, 04.02.19

Usuário do reddit acredita ter tido um encontro com um skinwalker.


Skinwalker, trata-se de uma bruxa na cultura Navajo que possui a capacidade de se transformar, possuir ou se disfarçar de animal.

Este usuário fazia as suas habituais caminhadas, só que desta vez decidiu sair do trilho habitual e ir mais fundo na floresta seguindo o riacho.
A dado momento, deparou-se com uma caverna, na qual teria de quase rastejar para entrar. Curioso como é, decidiu entrar para explorar um pouco, tal como tinha feito em diversas cavernas.
Ao longo da sua exploração, avistou ao longe duas divisões cavernosas as quais lhe parecia terem suportes de sustentação, tal como se encontra nas minas.
O que viu de seguida deixou-o apavorado e fê-lo correr para fora. Um par de olhos vermelhos distinguia-se na escuridão com uma expressão ameaçadora.
Passados alguns dias, voltou a passar pela caverna e voltou a entrar. Desta vez para ter certeza do que vira, pois, acreditava que pudesse ser um truque da sua mente a lhe pregar partidas. 
Explorou mais uma vez e não viu nada. Convencido de que era apenas uma partida da sua cabeça, resolveu voltar para o trilho.
Nisto ouviu um barulho, como de passos no chão da caverna. Pensou que seriam os seus passos a ecoar. Mas, não era. Ouviu de seguida um grito desumano, cheio de trevas, que lhe gelou a alma.
Fugiu outra vez. 
Pesquisando na internet, encontrou os sons dos gritos no youtube, iguais aos que já haviam sido publicados por utilizadores. Eram gritos de um skinwalker.
Ainda hoje se questiona sobre se realmente ouviu e viu tudo aquilo, ou se era apenas efeitos do ambiente em que se encontrava. Por isso, decidiu combinar com os amigos para voltar lá um dia e capturar imagens e sons de forma a comprovar, ou refutar, tudo aquilo.