Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Estamos Sozinhos?

Posso te dizer o que é verdade. Tu formas a tua própria opinião.

Estamos Sozinhos?

Posso te dizer o que é verdade. Tu formas a tua própria opinião.

E se todas as religiões tivessem bons olhos?

Moarn Stjer, 30.05.18

little-girl-1894125_1920

Hoje, quer mudar um pouco o assunto com que tenho escrito este blogue. Vamos sair um pouco do tema dos extraterrestres e olhar para as religiões que predominam no mundo.

É verdade que existem muitas religiões no mundo e que cada vez existem mais para baralhar as contas às pessoas. Muitas das vezes paramos e pensamos em qual devemos de acreditar. No que toca a isso, a minha intuição limita-se a responder para não acreditar em nenhuma, mas, a encontrar a minha própria fé com base na minha crença e experiências.

Não é pelo motivo da fé que eu quero escrever, mas, pelo motivo com que olhamos para as religiões no mundo.

Quantos de nós ainda conseguem olhar para as religiões com bons olhos? Provavelmente, são muito poucos aqueles que ainda conseguem olhar para as religiões com o olhar inocente de uma criança. Mesmo aqueles mais devotos e fervorosos, tende a ter alguma dúvida em relação à sua religião. Não que a passem a condenar, mas, porque, o seu conhecimento de bem e de mal é completamente diferente do que era quando iniciaram a sua fé.

É um pouco alegórico esse processo, pois, a crença inicial é como se fosse uma criança que faz tudo sem maldade e sem perceber o que é mau. À medida que desenvolve essa crença, o conhecimento que obtém trás maturidade e, consequentemente, um discernimento entre o que é certo e errado.

Conservar a pureza do que é considerado o primeiro amor, é uma missão quase impossível. Recordo-me de ler no livro bíblico do Apocalipse, do anjo que transmitia a mensagem a João, pedir para ele escrever a uma das sete igrejas: “Lembra-te de onde caíste e volta à pratica do primeiro amor”.

Como se costuma dizer, não há amor como o primeiro. Porque, é amor que ainda não conheceu a deceção e que habitou um coração que nunca foi magoado. Quando se passa por experiencias menos positivas, é normal que haja uma nova série de informações que vão condicionar as nossas experiências.

Imaginemos que lemos o Corão pela primeira vez, sem saber nada sobre a história do Islamismo e da sociedade atual. Tenho a certeza que muitas pessoas iriam adorar a leitura. Se apresentássemos o cenário histórico e o panorama atual, com certeza não iriam mais apreciar a leitura. O mesmo aconteceria com a Bíblia e outros textos religiosos.

A experiência e a informação condicionam a nossa perceção sobre a nossa crença. O que era puro, passa a ser duvidoso e, ou, errado.

Isso acontece, nomeu entender, porque, não se conseguiu diferenciar o que o ensinamento puro de uma crença, daquilo que é consequência da interpretação humano. É como se estivéssemos a observar um quadro em existe uma mensagem do seu autor, mas, que é entendida pelo observador de maneira diferente e interpretada pelo seu conhecimento. Isto quer dizer que quem lê um texto, pode interpretar de forma diferente a mensagem original e deturpar a informação transmitida.

No caso da Bíblia, há alguns versículos que incentivam os leitores a indagar, questionar e analisar o que é transmitido. Porque, quem escreveu (ou quem transmitiu a mensagem) sabia de antemão que haveria erradas perceções que seriam resultado da falta de conhecimento e de resultados de traduções linguísticas.

Podemos concluir, nesse sentido, que é a pureza do nosso conhecimento que determina a forma como nós olhamos para as religiões. Se temos um olhar puro, então temos uma visão pura das religiões.

E se todas as religiões tivessem bons olhos?

Moarn Stjer, 30.05.18

little-girl-1894125_1920

Hoje, quer mudar um pouco o assunto com que tenho escrito este blogue. Vamos sair um pouco do tema dos extraterrestres e olhar para as religiões que predominam no mundo.

É verdade que existem muitas religiões no mundo e que cada vez existem mais para baralhar as contas às pessoas. Muitas das vezes paramos e pensamos em qual devemos de acreditar. No que toca a isso, a minha intuição limita-se a responder para não acreditar em nenhuma, mas, a encontrar a minha própria fé com base na minha crença e experiências.

Não é pelo motivo da fé que eu quero escrever, mas, pelo motivo com que olhamos para as religiões no mundo.

Quantos de nós ainda conseguem olhar para as religiões com bons olhos? Provavelmente, são muito poucos aqueles que ainda conseguem olhar para as religiões com o olhar inocente de uma criança. Mesmo aqueles mais devotos e fervorosos, tende a ter alguma dúvida em relação à sua religião. Não que a passem a condenar, mas, porque, o seu conhecimento de bem e de mal é completamente diferente do que era quando iniciaram a sua fé.

É um pouco alegórico esse processo, pois, a crença inicial é como se fosse uma criança que faz tudo sem maldade e sem perceber o que é mau. À medida que desenvolve essa crença, o conhecimento que obtém trás maturidade e, consequentemente, um discernimento entre o que é certo e errado.

Conservar a pureza do que é considerado o primeiro amor, é uma missão quase impossível. Recordo-me de ler no livro bíblico do Apocalipse, do anjo que transmitia a mensagem a João, pedir para ele escrever a uma das sete igrejas: “Lembra-te de onde caíste e volta à pratica do primeiro amor”.

Como se costuma dizer, não há amor como o primeiro. Porque, é amor que ainda não conheceu a deceção e que habitou um coração que nunca foi magoado. Quando se passa por experiencias menos positivas, é normal que haja uma nova série de informações que vão condicionar as nossas experiências.

Imaginemos que lemos o Corão pela primeira vez, sem saber nada sobre a história do Islamismo e da sociedade atual. Tenho a certeza que muitas pessoas iriam adorar a leitura. Se apresentássemos o cenário histórico e o panorama atual, com certeza não iriam mais apreciar a leitura. O mesmo aconteceria com a Bíblia e outros textos religiosos.

A experiência e a informação condicionam a nossa perceção sobre a nossa crença. O que era puro, passa a ser duvidoso e, ou, errado.

Isso acontece, nomeu entender, porque, não se conseguiu diferenciar o que o ensinamento puro de uma crença, daquilo que é consequência da interpretação humano. É como se estivéssemos a observar um quadro em existe uma mensagem do seu autor, mas, que é entendida pelo observador de maneira diferente e interpretada pelo seu conhecimento. Isto quer dizer que quem lê um texto, pode interpretar de forma diferente a mensagem original e deturpar a informação transmitida.

No caso da Bíblia, há alguns versículos que incentivam os leitores a indagar, questionar e analisar o que é transmitido. Porque, quem escreveu (ou quem transmitiu a mensagem) sabia de antemão que haveria erradas perceções que seriam resultado da falta de conhecimento e de resultados de traduções linguísticas.

Podemos concluir, nesse sentido, que é a pureza do nosso conhecimento que determina a forma como nós olhamos para as religiões. Se temos um olhar puro, então temos uma visão pura das religiões.

Caçadores de Ovnis descobre o que aparenta ser estatua de um guerreiro em marte

Moarn Stjer, 15.05.18

Investigadores de OVNI acreditam ter descoberto a prova de que existiu vida em Marte, depois de encontrarem uma imagem de guerreiro da antiguidade na superfície do Planeta Vermelho.

Joe White, jornalista de temas espaciais de Bristol, afirma que encontrou imagens de uma estátua caída, tiradas pelo Curiosity Rover. Na imagem aparece o que aparenta ser a cabeça de antigo guerreiro.

O jornalista carregou para o seu canal de youtube. Na descrição ele diz que encontrou uma pequena estátua de uma cabeça feminina na cratera Gale de Marte. Ele acrescenta ainda que a estátua parece ter apenas alguns centímetros.

Segundo Joe White descreve a estátua como sendo de uma mulher guerreira da Idade Média na Terra, com um um elmo na cabeça e traços faciais semelhantes aos Egípcios.

Com base nas imagens que observou, ele acredita que estamos perante uma antiga civilização que existiu em Marte.

Como seria de esperar esta afirmação é geradora de muitas dúvidas e opiniões diversas. Por um lado temos aqueles que acreditam que é uma imagem de uma estátua, outros, acreditam que se trata de um jogo de sombras e formas.


Nuvem em formato circular no céu de São João da Madeira

Moarn Stjer, 11.05.18

Hoje, quando ia de carro para São João da Madeira, reparei nesta estranha formação de nuvem no céu.

Tinha o formato circula, diferente de todas as outras nuvens que estamos habituados a ver.  Dá a sensação que é um rasto de avião, mas, seria mais reto a formação e o rasto irai se diluir à medida que o avião se afastasse. Tal não acontece.

Dado o formato, poderá ser que seja consequência da presença de uma nave extraterrestre? Sim, pode ser que signifique a presença de uma nave extraterrestre.

Pode muito bem um OVNI ter estado presente a nossa Atmosfera e ter causado esta nuvem em formato circular.

20180511_154154

circulos em plantações–verdade ou farsa?

Moarn Stjer, 07.05.18

40d334c0366ecbbec6b477d76acea0b8

Ficamos muito admirados quando vemos desenhos em grandes formatos em plantações. Surgem sempre durante a noite e nunca é ouvido nada. Por vezes, há pessoas que veem luzes a pairar no céu ou OVNIS no local onde aparecem os círculos. Mas, o que deixa mais curioso quem estuda esse fenómeno é perceber o significado dos mesmos e a mensagem que contêm.

No entanto, os desenhos de círculos em plantações não é uma coisa que surgiu no século XX.

demonio ceifadorHá relatos desde a Idade Média sobre esses fenómenos. As descrições que chegaram até aos dias de hoje permitem identificá-los como sendo círculos com o mesmo propósito que os que temos nos dias de hoje, porém, não se pode estudar como os atuais por falta de imagens.

Isso permite perceber uma coisa: os extraterrestres nunca deixaram de nos tentar de contatar.

Naquela época, não se entendia que eram os extraterrestres criar os círculos. A criação era atribuída a demónios ceifadores ou bruxas que se reuniam e dançavam em círculo sobre as colheitas causando o formato circular nas plantações.

Por volta do sec. XVII, em Inglaterra, os jornais espalharam por todo o reino que era um demónio que sai à noite para criar aqueles desenhos. Um dos casos mais conhecidos é de Agosto de 1678, em Hertfordshire, em que havia um fazendeiro que precisava de um ceifador para fazer a colheita, mas, como este cobrava caro ele disse «que o demónio viria de noite e faria o serviço dele». Podemos dizer que foi o ceifador que fez o serviço há noite para assustar, mas, foram 3 acres e meio numa noite, totalmente impossível numa noite para aquela época.

Nos dias de hoje, sabemos que é possível criar os mesmo círculos por mão humana, mas, para serem feitos em uma noite, eles têm de ser simples e sem a complexidade que alguns apresentam, contendo em si códigos binários.

Uma das mensagem mais intrigantes é esta:

zzeta

Após a descodificação do mesmo código que existia no círculos, pode-se perceber a seguinte mensagem:

“Cuidado com os portadores de dons falsos e suas promessas quebradas.

Muita dor, mas ainda dá tempo. Acredite existe o bem lá fora.

Nós nos opomos a decepção. Fechamento do canal. 0x07 “

Aqui o código 0x07 levava a compilação a reproduzir o barulho de uma máquina de escrever quando esta chegava ao fim. Depois de tratada a mensagem com a codificação correta, ela ficou destas forma:

(A) Cuidado com os portadores de presentes FALSOS e suas promessas não cumpridas.

(B) muita dor, mas ainda exite tempo. ACREDITE.

(C) Existe o bem lá fora. Nós nos opomos à DECEPÇÃO.

ENCERRAMENTO do canal (Ding!)

Não sei dizer qual das interpretações seriam mais corretas. A primeira, sem o tratamento, leva a entender que é uma mensagem espiritual, enquanto que a segunda leva-me a crer num carater mais social.

Inegavelmente, este tipo de mensagem vem de fora do planeta Terra. Leva-me a considerar que tipo de seres são os extraterrestres: espirituais, físicos ou multidimensionais?

Seja como for, os círculos em plantações são uma das formas que eles encontraram para se comunicar connosco e fazer perceber que mais sobre o Universo e o que pode existir nele.

E se a “La casa del Papel” fosse um assalto aos ficheiros ovni mais bem guardados do mundo?

Moarn Stjer, 06.05.18

1524042478_371544_1524059785_noticia_normal_recorte1

Estão a imaginar a série “La Casa del Papel”? E se o Professor tivesse planeado um assalto para roubar os arquivos sobre OVNI guardados pelos governos mundiais para os expor a público?

Com toda da certeza seria também o assalto do século.Toda aquela informação sobre extraterrestres, ovni, encontros imediatos e tecnologia de ponta com a qual nenhum de nós ainda sonha, viria a público e se saberia a verdade uma vez por todas.

Certamente seriam considerados um heróis, talvez, não pelo conteúdo que roubaram, pois iria mexer com poderes e com crenças populares religiosas, mas, pelo atrevimento e coragem que tiveram.

Será que isso seria um bem necessário para a Humanidade? Acredito que sim, conhecer a verdade sobre a existência de extraterrestres é necessário para a Humanidade, pois acabaria com muitos mitos e ajudaria muitas pessoas a se libertar de amarras supersticiosas. Abriria um leque de horizontes para todas as pessoas, seja a nível científico, pessoal, social, económico e histórico.

Provavelmente, um assalto daquela magnitude não seria necessário e um ataque informático bem direcionado poderia ser mais que suficiente para aceder a muitos dos ficheiros. Claro que haveria aqueles que ainda não foram digitalizados  e que teriam de ser tornados acessíveis ao público em geral.

Falando de um assalto deste género teria de ser feito em múltiplos locais, ou seja, em vários países. Ou talvez não! Acho que este tipo de informação não é exclusiva de um país, mas acho que é partilhada a nível global com todos os países. Para isso é necessário que haja um local comum para que a informação esteja acessível para todos as nações. Esse sim, seria o local que deveria ser assaltado para recolher todos esses dados, fosse via informática ou via presencial.

Claro que não sou a favor dos assaltos, mas, não sou a favor de encobrimentos governamentais sobre os assuntos que dizem respeito ao público, sejam eles de conteúdos sensíveis ou não. Todos nós merecemos as verdades, quer gostemos ou não e isso faz evoluir as pessoas.

E se os aliens se encontrassem com racistas?

Moarn Stjer, 06.05.18

Depois dos comentários de John Ventre sobre a série da Netflix “Dear White People” ,  não posso deixar de escrever sobre a possibilidade de um encontro entre aliens e racistas.

Para quem não sabe, John Ventre é um dos prestigiados membros do MUFON, uma organização internacional que estuda e pesquisa OVNI.

ventre-post-mufon-ufo

Perante este aparato, o qual não me vou pronunciar neste blogue, pois, não se trata de um blogue para tais conteúdos, leva-me a pensar um pouco sobre como seria o encontro entre racistas e algumas espécies de extraterrestres.

Em primeiro lugar, há que perceber que da mesma forma que há racismo entre humanos, também haverá racismo entre extraterrestres. A partir deste ponto, podemos considerar  que o encontro não seria algo pacífico e que uma guerra interplanetária se estabeleceria a partir daquele momento.

Não posso deixar de salientar algumas teorias em que relacionam os Nazis com contatos extraterrestres com os quais desenvolveram armas e estariam a desenvolver a chamada Solução Final. Alguns ainda vão mais longe e afirma que estes têm base conjunta no Ártico.

Tenho que relembrar que há espécies de extraterrestres que são pacíficas e que trazem mensagens de paz para toda a galáxia. O que poderia ser benéfico o contato com estes seres, para um desenvolvimento cooperativo entre os mundos.

Portanto, o cenário mais provável perante um encontro com extraterrestres é o de conflito racial. Tal como referi, é algo que ainda acontece entre humanos e, certamente iria acontecer entre raças aliens e humanos, mesmo que estas não tenham qualquer intenção se entrar em conflito por tais motivos.

Este aspeto pode ser um dos motivos, entre muitos, pelos quais os aliens ainda não se revelaram por completo à Humanidade. Seria um acontecimento cheio de conflitos, tal como escrevi num texto anterior e que não seria vantajoso para nenhuma das partes. Quem sabe se não foi um dos motivos que levaram os extraterrestres na antiguidade a quebrar contato com os humanos?

A verdade é esta, a sociedade humana ainda não está preparada para contatos desta magnitude. Podemos ver em sociedade mais conservadoras que são pouco abertas a novas ideias e contatos entre etnias e religiões. O que faria com que um encontro extraterrestres fosse diferente?

Talvez um dia a sociedade esteja preparada para um encontro de tal importância, mas, até lá, pesquisadores e testemunhas de contatos deste tipo, têm de permanecer reservadas à opinião pública, que por mais evoluída que esteja, ainda tece comentários negativos sobre o tema e mesmo contra quem acredita.



Dinossauros inteligentes saíram da Terra há milhões de anos

Moarn Stjer, 02.05.18
Esta teoria nasce do fato de muitos dos dinossauros não se terem extinguido instantaneamente com a queda de um meteoro e das alterações climáticas não terem sido fatalistas ao ponto de executar uma extensão em massa.
A ideia surge devido à evolução de inteligência de alguns dinossauros como os raptors, que eram os mais desenvolvidos, segundo o que os cientistas acreditam.  
Para muitos cientistas, a espécie de dinossauros evoluiu para de tal forma em que surgiram os reptilianos. Estes terão sobrevivido e encontrado uma forma de se deslocarem para fora do planeta. 
Acredita-se que as espécies mais inteligentes tenham conseguido se adaptar a várias situações de ameaça, conseguindo se manter durante vários milhões de anos. No entanto, foram os reptilianos que evoluiram e conseguiram se adaptar e desenvolver meios de sobrevivência avançados que envolveram a fuga do planeta Terra para parte incerta do Universo.
Isso dá espaço para uma especulação em que os extraterrestre que nos visitam, não serão tão extraterrestres como se pensa, mas, habitantes originais do nosso planeta.
Resumindo, alguns dos extraterrestres que nos visitam, são na verdade dinossauros que evoluíram e saíram do nosso planeta, visitando-o ocasionalmente.

Como reagiria a humanidade se encontrássemos extraterrestres?

Moarn Stjer, 01.05.18


É uma pergunta que tem suscitadomuitas respostas ao longo de décadas. As reações podem ser variadas, mas, namaioria dos casos, haveria pânico. Recordemos o caso de 1898, em que foitransmitido o romance via rádio da “Guerra dos Mundos”, em que grande parte dosEUA entrou em pânico.
É difícil prever ao certo qualseria a reação se isso acontecesse. Para isso, é que cientistas do SITI temtrabalhado ao longo dos anos, em desenvolver um protocolo que permita que ocontato extraterrestres com a humanidade fosse o mais assertivo possível.
De acordo com alguns cientistas,a melhor opção seria mantar a população informada de todas as situações edesenvolvimentos do contato. Mas, ainda assim, isso não evitaria que muitaspessoas fugissem das cidades e se refugiassem em zonas mais rurais, porque, odesconhecido sempre gerou medo e desconfiança.
Apesar de a nossa mente estareducada para que um contato extraterrestres se desenvolva num cenário apocalíptico,devido à ficção científica que passa na TV, também temos de equacionar que umacivilização extraterrestre poderá estar a contatar-nos para estabelecer relaçõesintergalácticas e não simplesmente nos conquistar.
Com certeza que neste últimocenário, os receios seriam de ambas as partes, pois, estariam a se descobrirmutuamente quer a nível de comunicação, quer a nível cultural. Num acontecimentotão importante como este, ninguém quer que nada corra mal e nesse aspeto aevolução desse contato seria lenta e cautelosa, pois, acredito que dos doislados haverá sempre alguém com o dedo tremolo no gatilho, pronto para disparar.
Equacionando estes todos oscenários possíveis, de reações possíveis da humanidade num contatoextraterrestres, acho que iriamos encontrar grupos de pessoas com opiniões a açõesmuito distintas entres si, que iriam desde aos que iniciariam, ou reforçariam,uma nova espécie de religião, aos que se preparavam para estabelecer uma guerrainterplanetária.
Perante isto, eu questiono se averdadeira ameaça seriam os extraterrestres ou os próprios humanos, não só paraa civilização visitante, como para os da sua própria espécie.
Neste ponto, é necessário havermuita informação e preparação das pessoas para um possível contato futuro agrande escala, de forma a que tenhamos o comportamento mais assertivo numasituação como esta.

Pág. 1/2